Rally Grupo B

Posted on May 31st, 2008 in Uncategorized by admin

O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

Lowrider

Posted on May 31st, 2008 in Uncategorized by admin

Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.

Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.

História

Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.

Características

O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.

Esquadrão

Posted on May 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.

No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:

  • 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
  • 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
  • 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.

Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.

Lowrider

Posted on May 30th, 2008 in Uncategorized by admin

Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.

Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.

História

Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.

Características

O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.

Audi A3

Posted on May 29th, 2008 in Uncategorized by admin

O Audi A3 é um hatchback médio de motor dianteiro transversal e tração dianteira ou integral, feito sobre a plataforma (esquema de encaixe de motor e suspensões) do VW Golf. Ele vem sendo produzido desde 1996, na Alemanha, e tinha a missão de ser o modelo de entrada da marca Audi, reconhecida por seu padrão de qualidade e refinamento de luxo.

A primeira geração do carro tinha 2 configurações de carroceria, 3 e 5 portas (5 portas produzido no brasil), não variando, contudo, o desenho do carro.

A segunda geração do modelo também reparte a plataforma com o VW Golf, mas com o Golf de 5a geração. Essa nova geração estreou no final de 2002, com configurações distintas de carroceria, um hatchback de 3 portas (duas para passageiros e uma para porta-malas) e uma de 5 portas (quatro para passageiros e uma para o porta-malas), porém esta última com desenho traseiro diferenciado da versão de 3 portas, com a linha do teto quase que retilínea em direção à traseira do carro. A versão 5 portas também recebeu nome diferenciado, A3 Sportback.

No Brasil, o Audi A3 de 1ª geração foi produzido em linha de montagem compartilhada com o VW Golf de 4a geração, desde 1999 até 2006 e contava com as motorizações 1.6 101 hp,1.8 125 hp e 1,8 Turbo (150,180)e S3 importado com motor 210 e 225 hp tração quatro. A partir de 2006, o Audi A3 virá para o Brasil importado da Alemanha.

Na Europa, a gama de motores é bem maior e vai desde o pacato 1,6l ao 3,0l VR6 Turbo da Volkswagen.

Eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 2000.

Audi RS2

Posted on May 27th, 2008 in Uncategorized by admin

O Audi RS2 é uma perua de passeio lançada pela Audi A.G. em 1995, usando a plataforma da Audi 80 Avant, em parceria com a sua conterrânea Porsche. Tratava-se de um belíssimo automóvel, produzido numa série limitada de 3000 unidades, sendo que somente 60 foram enviadas ao Brasil. Quanto a sua construção, foram utilizadas rodas, sistema de freios, preparação do motor e alguns detalhes de acabamento externo (como as sinaleiras dianteiras) fabricadas pela Porsche.

Seu motor é o tradicional cinco-em-linha (primazia VW/Audi em motores de automóveis) longitudinal de 2,2 litros com duplo comando no cabeçote e quatro válvulas por cilindro dotado de turbocompressor e intercooler, preparado pela Porsche produz 315 HP transmitidos ao solo pela tração integral permanente Quattro capazes de levar a station de 0 a 100 km/h em menos de 6 segundos, característica que rendeu o título de station mais rápida do mundo por vários anos. Quanto aos artigos de conforto a Audi oferece: direção hidráulica, trio elétrico, bancos Recaro ergonômicos, ar condicionado e acabamento em couro.

NSU Motorenwerke AG

Posted on May 27th, 2008 in Uncategorized by admin

NSU Motorenwerke AG (NSU) foi uma montadora de carros e motors alemã e junto com outra empresas formou a atual Audi.

A NSU é conhecia principalmente por ter sido a primeira a licenciar o uso de motores rotativos Wankel e uma das três montadoras a fazê-lo até os dias atuais (sendo as outras a Mazda e a Citroën). O NSU Ro 80 foi o segundo modelo de produção em massa na história a utilizar este tipo de motor.

Em 1967 a NSU e a Citroën formaram uma companhia chamada Comotor cujo objetivo era produzir motores para a Citroën e para terceiros.

Escuderia Bandeirantes

Posted on May 27th, 2008 in Uncategorized by admin

A Escuderia Bandeirantes foi uma equipe de Formula 1 e outros torneios criada na Europa por Chico Landi, usando carros usados da Maserati.

Em 1952, Chico Landi criou a Escuderia Bandeirantes, com três Maserati A6GCM, para disputar grandes prêmios na Europa. Gino Bianco acompanhou-o para ser um dos pilotos. Além dos dois brasileiros, a Escuderia Bandeirantes teve o uruguaio Heitel Cantoni e, em uma corrida, o argentino Alberto Crespo. Os carros dos brasileiros eram pintados de amarelo e tinham rodas verdes – era a pintura nacional exigida pela FIA. Não era uma equipe rica: inscreveu-se apenas em quatro GPs, às vezes com somente dois carros, e seu melhor resultado foi o 8º lugar de Landi no GP da Itália.

Leonardo Senna

Posted on May 26th, 2008 in Uncategorized by admin

Leonardo Senna Silva, irmão mais novo do piloto Ayrton Senna, também alcançou o sucesso, mas como empresário. Ele teve a idéia de criar a Senna Import em 1993, quando Ayrton procurava novos investimentos. Quando questionado se viver diariamente com a imagem do irmão piloto não é doloroso, Leonardo responde que o trabalho mais difícil é o da sua irmã, Viviane, que está totalmente ligado à imagem do campeão. “Comigo é mais suave”, define. “É um negócio, ainda que tenha o nome do Ayrton e tenha sido começado por ele”, explica. “Mas eu não teria capacidade para o trabalho da Viviane, é muito emocional; o meu é mais racional e só por isso eu consigo levar.” No mercado há seis anos, a Audi Senna, representante e distribuidora dos veículos da marca Audi, bateu recentemente seu recorde de vendas e o modelo de carro A3 continua no topo das lista dos mais procurados. A empresa fechou o mês de julho com 1.080 carros vendidos, batendo o recorde de vendas de 939 veículos, estabelecido em dezembro.

Rally Grupo B

Posted on May 26th, 2008 in Uncategorized by admin

O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

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